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João Carlos critica empresa responsável pela iluminação pública

 

Vereador também comentou início da cobrança do IPTU complementar

 

O vereador João Carlos Carvalho criticou a empresa JNR Iluminação, durante manifestação em tribuna, na 35ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Bragança Paulista, realizada na terça-feira (3/10). João Carlos informou que a empresa responsável pela manutenção da iluminação pública do município mantém luminárias acesas 24 horas em algumas áreas, enquanto outros bairros permanecem no escuro.

Durante a sessão o vereador encaminhou pedido de informações ao Executivo para ter acesso ao contrato de prestação de serviços assinado em março. "Infelizmente continuamos passando vergonha com a iluminação pública. Na Praça Nove de Julho podemos passar a qualquer hora do dia e as luminárias vão estar acesas. A empresa JNR deve ser melhor orientada sobre o que não queremos que seja feito, pois já se passaram cinco meses desde o início do contrato e à noite temos milhares de luminárias apagadas nos bairros", criticou o vereador João Carlos Carvalho.

João Carlos informou que foi cobrado por moradores do Bairro do Agudo sobre o tema no fim de semana, e que está difícil justificar a falta de solução para o problema. "Não temos mais como justificar tanta espera, e está na hora da empresa se estabelecer de fato em Bragança Paulista e dar conta do serviço", disse.

O vereador seguiu a manifestação em tribuna destacando a conclusão das obras na Estrada Municipal Antônio Moraes, no bairro Morro Grande da Boa Vista, e citou a permanência da secretaria de Serviços no local por mais dez dias para melhorias no acesso às travessas e servidões.

 

IPTU complementar

Em consonância com os demais vereadores, João Carlos Carvalho também se manifestou contra a cobrança imediata do IPTU complementar e o georreferenciamentooutro. "Vejo nas ruas que a situação é delicada, então peço que o prefeito em exercício Amaury Sodré e o secretariado tenham cautela para o momento. Seria mais prudente parcelar o valor em 12 vezes, para amenizar a questão o máximo possível, porque são parcelas que não estavam no planejamento de ninguém e é muito massacrante para um pai de família", afirmou.

Para o vereador, a Prefeitura deve recolher as notificações enviadas e emitir novas guias de recolhimento com possibilidade de pagamento em até doze parcelas. João Carlos concluiu com a proposta para que a Administração promova um diálogo transparente sobre o assunto, e esclareça os critérios para a cobrança e medições verificadas no georreferenciamento.